Skip to main content
Sandbox não pede nada. Produção pede uma escolha, e ela muda quem recebe o dinheiro.

Os dois modelos

O código é o mesmo nos dois. Trocar de modelo não reescreve integração.

Infi Managed

A cobrança sai na nossa estrutura. Você não conecta chave, não registra webhook e não passa pela análise de quatro provedores. Ativar pede um cadastro que a gente revisa: CNPJ, endereço, faturamento declarado, representante legal (CPF, data de nascimento, contato) e documentos. O painel guia o envio. A revisão é feita por uma pessoa, e o resultado é aprovado ou recusado com motivo — recusa você lê e corrige. Isso não é formalidade. Em Managed quem responde perante o provedor e perante o arranjo de pagamento é a Infi, então sem cadastro aprovado não existe emissão em produção.

Repasse

Você solicita no painel. Hoje o repasse é uma transferência que a nossa equipe completa — não é agendamento automático, e a gente prefere dizer isso do que prometer um SLA que ainda não existe. O valor é o bruto menos a taxa do provedor, a nossa remuneração, e estornos ou chargebacks do período. Contestação de uma cobrança já repassada é descontada de repasses futuros.

BYOP

Você conecta a sua conta Stripe, Asaas, Efí ou Woovi. O pagamento é processado lá, com as suas taxas, e o dinheiro nunca passa pela Infi. BYOP é permissão concedida por conta: pede em Configurações, a gente analisa. Quem já coletava por provedor próprio continua com ela. O que você mantém junto: a conta, o contrato, os limites, o risco e a análise cadastral são da sua relação com o provedor. Se ele bloqueia sua conta ou muda taxa, a Infi não reverte isso.
Tarifa de integração no provedor. Aviso que custa dinheiro: alguns provedores cobram tarifa extra por cobrança emitida via integração de terceiros. O Asaas cobra taxa de gateway por cobrança emitida por integração, além das taxas da modalidade, e ela não volta em caso de estorno ou chargeback. Confira as taxas no seu provedor antes de migrar volume.

Qual escolher

Managed, salvo um destes:
  • você já tem conta em produção num provedor suportado e quer as suas taxas negociadas;
  • o dinheiro precisa entrar direto no seu CNPJ, sem intermediação;
  • você quer manter a relação de risco com o provedor no seu nome.
Nos três casos, é BYOP — e aí você pede a permissão.

Próximos passos